Twisted City Lights

sexta-feira, maio 25, 2007

30 anos de guerra interestrelar

Categoria: Cinema


Se a Guerra das Estrelas fosse viva, completaria hoje 30 anos...
Não, não, na realidade a saga da Guerra das Estrelas continua bem viva nos dias de hoje. Apesar de ter sido há precisamente 30 anos (no dia 25 de Maio de 1977) que o primeiro filme, Star Wars, foi lançado. Comemora-se hoje entre os fãs um pouco por todo o mundo. De facto, a L.A. Convention Center realiza-se hoje uma mega festa para estes aficionados da saga. Celebration IV, chama-lhe, pois será já a 4ª festa do género. É daquelo tipo de convenções que (praticamente) só se vê nos U.S.A. Cheio de figurantes, pessoas vestidas de tal modo que mais parecem figurantes, pessoas vestidas de tal modo que parecem mais fieis ao filme do que os próprios figurantes. E, claro, alguns actores. Desta feita, estarão presentes Carrie Fisher (a Princesa Leia) e Anthony Daniels (o robot C-3PO), entre outros.
Lembro-me como se fosse ontem... Ou talvez não, porque de ontem, nem sequer me lembro do que comi ao almoço. Lembro-me (ponto). Quando saíram os três primeiros (e verdadeiros) filmes da saga ainda nem sequer era nascido. Devem ter passado na televisão, lembro-me vagamente. Do que me lembro bem, é que o meu pai gravou os filmes em cassetes de video VHS (as boas e velhas VHS!) e lembro-me de passar aquelas fitas várias vezes. A Guerra das Estrelas, O Império Contra-ataca e O Regresso do Jedi. Três grandes filmes numa trilogia perfeita. Como adorava cada pormenor daquele universo, daquela história, daquela guerra, daqueles personagens... Ainda adoro!
Os ruídos do Chewbacca, os assobios do R2-D2, a taglarice do C-3PO, o ofegar do Darth Vader, a Marcha Imperal do Darth Vader(!!!), os zumbidos dos sabre laser, os outros zumbidos das pistolas laser, o ruído das naves a levantarem, "Luke, I am your father!"...
Inesquecível!
Depois da trilogia original, muito depois, veio o resto. Confesso que só vi o Episode I (o pior da saga, dizem). Mau é a palavra que se aplica a esse filme, de facto. Perdi o interesse nos outros. Talvez algum dia os veja e goste. No entanto, por muito bons que sejam, os três primeiros, aqueles a quem eu abracei na infância, serão sempre a verdadeira Star Wars, aquela que após longos 30 anos se tornou num clássico que colhe milhares de fãs e que mudou o mundo do cinema à sua maneira.






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domingo, fevereiro 25, 2007

'If You Want to be Understood...Listen' (Babel)

Categoria: Cinema, Filmes



BABEL (2006) Classificação: 8/10
Site Oficial
IMDb


Pode parecer cliché estar a fazer um post precisamente no dia dos Óscares, mas na realidade, desde que vi o filme, tinha já decidido escrevê-lo. No entanto, surge (in?)oportunamente enquadrado com a atribuição das mais famosas estatuetas douradas, uma vez que este é um dos filmes favoritos.

A origem do nome Babel deriva das apalavras acadianas Bab e ilu, que significam "portão" e "Deus", respectivamente. Mas a palavra toma um sentido muito mais específico, quando no livro do Gênesis, aparece mencionada a Torre de Babel, que teria sido mandada construir por descendentes de Noé, com o propósito de atingir os céus. Deus, irritado com esta atitude, fez com que todos os trabalhadores da torre começassem a falar línguas diferentes, de modo a não conseguirem entender-se entre si, acabando por abandonar a construção da torre. é assim que a Bíblia explica a origem dos diferentes idiomas no Mundo.

Com esta temática partimos para o filme Babel. Quatro histórias diferentes, vários idiomas, várias culturas. Nesta panóplia de cenários e enredos, o espectador começa a descobrir aos poucos a história, pois no final se descobre que afinal cada uma das histórias têm mais em comum do que se poderia pensar. O "velho" estilo filme-mosaico. Nada de novo, portanto, desde o filme Magnólia que o género tem vencido. Até o próprio realizador, Alejandro González Iñárrito, o tem usado várias vezes (recorde-se 21 Gramas). A carga dramática imposta é muito grande, e as coincidências que nos fazem pensar no destino ou até alguma entidade superior, são marca forte neste género de filmes. É por estas razões e talvez outras, que o filme foi tão mal aceite pela crítica.

Estranhamente (ou talvez não) o público (e eu) adorou! Talvez seja do gosto pelas pessoas por este drama semi-fatídico, ou pelo puzzle que têm de construir ao longo do filme. Eu gostei de filme pela exploração do tema dado pelo título. A forma como surgem as diversas personagens enquadradas ou desenquadrdas da sua própria cultura é feita de um modo cativante, inserido no jogo que é Babel. No entanto, não posso deixar de dizer que o primeiro desapontamento em relação a Babel, é precisamente a superficialidade com que se explora este tema. Mesmo partindo para o filme apenas com uma vaga ideia, à medida que este se desenrolava, esperava encontrar um interlaçar mais profundo entre as diversas linguas e as diversas culturas. O resultado final, é no entanto, satisfatório a meu vêr. A sociedade moderna japonesa, ou o interior sariano marroquinos (culturas e sítios que me fascinam) estão bastante bem caracterizados. Por outro lado, como muito boa gente, ainda não me cansei destes puzzles-filmes, e das "coincidências". Os cenários são também algo a destacar, especialmente quando os comparamos uns com os outros, de onde surgem os contrastes.

Com a diferença de opiniões entre críticos e público iniciou-se uma acesa discução entre as duas facções. Para não entrar nisso, pois trata-se de um campo que não está no âmbito deste post, resta dizer apenas que os críticos de cinema são no mínimo pessoas muito... estranhas.

Em conclusão, Babel é dos melhores filmes que tenho visto nos últimos tempos.






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quarta-feira, julho 05, 2006

E se o Capuchinho Vermelho comesse o Lobo Mau?

Categoria: Cinema, Filmes


HARD CANDY (2006) Classificação: 8/10
Site Oficial
IMDb

Desde os primeiros minutos do filme que o espectador se depara com um cenário com dotes minimalistas e subtis. Desde as falas complexas, aos cenários e promenores simbólicos, aos planos da câmara. De facto, todo filme tem practicamente apenas duas personagens, que se gladeiam entre si...
Mas afinal de que trata Hard Candy?
Uma rapariga de 14 anos, Hayley (interpretada por Ellen Paige) conhece pela net um fotógrafo, Jeff ( Patrick Wilson) de 32 anos. Marcam um encontro, e Jeff acaba por leva-la para casa. A insuspeita inocência de Hayley e a perspicácia suspeita de Jeff levam o espectador a pensar no pior e mais óbvio: a de que Jeff é um pedófilo. Mas quando tudo está a decorrer como previsto, a acção dá uma reviravolta, e os papeis invertem-se. Hayley torna-se caçadora e Jeff a presa, e todo o filme é passado na tentativa de apanhar um culpado, de demascarar um pedófilo...
O filme é todo ele tensão e complexidade, acompanhado de um visual estonteante. Hard Candy é um excelente thriller, muito incomodativo, no melhor sentido do termo. O realizador, David Glade, consegue tocar o espectador com esta história invulgar e bem desenhada, brincando com as expectativas deste. Como actualmente já pouco se faz, Glade aposta na imaginação do espectador e na permissa de que fazer de tudo e mostrar tudo para assutar não é de facto o melhor metodo. Tal como M. Shyamalan, Glade induz o medo e não o causa. Hard Candy é portanto um jogo sério que capta a atenção do espectador desde o início do filme, que o prolonga durante todo ele, e que termina de forma arrebatadora. E se há muitos pormenores Hard Candy que surgem como impossibilidades e incongruências, há que dizer que na globalidade o filme acab por sublimar esses mesmos defeitos. Um filme não para todos os gostos, mas que eu diria que de qualquer maneira, não será de perder!





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quarta-feira, junho 14, 2006

A escolha

Categoria: Cinema, Citações
Morpheus: I can see it in your eyes. You have the look of a man who accepts what he sees because he is expecting to wake up. Ironically, this is not far from the truth. Do you believe in fate, Neo?
Neo: No.
Morpheus: Why not?
Neo: Because I don't like the idea that I'm not in control of my life.
Morpheus: I know exactly what you mean. Let me tell you why you're here. You're here because you know something. What you know you can't explain. But you feel it. You've felt it your entire life. That there's something wrong with the world. You don't know what it is but it's there, like a splinter in your mind driving you mad. It is this feeling that has brought you to me. Do you know what I'm talking about?
Neo: The Matrix?
Morpheus: Do you want to know what it is? The Matrix is everywhere. It is all around us, even now in this very room. You can see it when you look out your window or when you turn on your television. You can feel it when you go to work, when you go to church, when you pay your taxes. It is the world that has been pulled over your eyes to blind you from the truth.
Neo: What truth?
Morpheus: That you are a slave, Neo. Like everyone else you were born into bondage, born into a prison that you cannot smell or taste or touch. A prison for your mind.... Unfortunately, no one can be told what the Matrix is. You have to see it for yourself.

[Morpheus opens a container which holds two pills : a blue one, and a red one. He puts one in each hand, and holds them out to Neo.]

Morpheus: This is your last chance. After this there is no turning back. You take the blue pill, the story ends, you wake up in your bed and believe whatever you want to believe. You take the red pill, you stay in Wonderland, and I show you how deep the rabbit hole goes... Remember, all I'm offering is the truth, nothing more...


THE MATRIX
de Larry and Andy Wachowski (realização e argumento)




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quarta-feira, abril 26, 2006

Broken Flowers

Categoria: Cinema; Filmes


BROKEN FLOWERS (2006) Classificação: 6/10
Flores Partidas
Site oficial
IMDb

Don Johnston (Bill Murray) é um solteirão mulherengo que ao ser abandonado pela sua namorada, recebe ao mesmo tempo uma carta anónima de uma mulher dizendo que tem um filho dele. Sem sabendo quem terá sido, Don parte numa viagem em busca das mulheres da sua vida. Uma viagem certamente no espaço, mas também no tempo, recordando a sua vida. No entanto, esta viagem no tempo nunca é visual, em termos do espectador. Ao visitar cada uma das mulheres que amou (interpretadas por Sharon Stone, Frances Conroy, Jessica Lange e Tilda Swinton) descobrimos mais acerca desta personagem que parece tão apática, e também percebemos que ele próprio faz uma retrospectiva da sua vida, que talvez tenha sido demasiado leviana e desprovida de um verdadeiro significado e objectivo.
Broken Flowers, realizado pelo conceituado Jim Jarmusch, e vencedor do Grande Prémio do Júri do Festival de Cannes deste ano, não é um filme fácil de se ver nem de se aceitar. É dos filmes mais subtis e simbólicos que vi nos últimos tempos. Ao bom estilo de Jarmusch, o que importa não é o que se conta mas como se conta.
A simplicidade e a calmia dominam o filme. A existência de uma banda sonora é praticamente nula, exceptuando as músicas contidas num CD gravado por um amigo de Don, para que este se entratanha na sua viagem de descoberta, entre as quais podemos ouvir o Requiem de Fauré.
Bill Murray faz lembrar Lost in Translation, num filme que até tem as suas semelhanças mas é em muito diferente. Se o filme não consegue encher, então o final (última hipótese de prover ao espectador um pouco de recheio), faz com que a sensação de vazio se apodere completamente deste. De facto, tiramos algum prazer em assistir a este filme, o problema é que a pergunta "será que valeu alguma pena ter visto este filme?" adquire uma grande dimensão.
Será um final mau ou apenas um final (muito) aberto? Será um filme mal feito ou apenas um filme incomum?
Resta ainda referir um aspecto que gostei em Broken Flowers: a subtileza com que são transmitidas certas ideias. Especialmente as mais simbólicas, e algumas vezes até bastante óbvias. Em concreto falo de tudo cor-de-rosa que surge ao longo de todo o filme: a carta, as flores, o cesto de basket... Talvez Broken Flowers não seja tão vazio de todo. Talvez apenas requer um pouco mais de atenção e uma mente aberta.




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terça-feira, abril 18, 2006

Ice Age 2

Categoria: Cinema, Filmes


ICE AGE 2: THE MELTDOWN (2006) Classificação: 6/10
Idade do Gelo 2
Site Oficial
IMDb

O trio de animais pré-históricos mais famosos da animação estão de volta ao grande-ecrã. Manny, o mamute resmungão mas simpático; Sid, a preguiça trapalhona e louca; e Diego, o tigre-dentes-de-sabre matreiro mas de bom coração; partem numa nova aventura, causada desta vez pelos desgelos do fim da era glaciar.
E se por um lado, existem novas personagens interessantes como Ellie, um mamute fêmea ou os traquinas irmãos mambás (ou lá como se chamam os animais), não poderia deixar de faltar a personagem fina-flor do Ice Age: o esquilo na sua demanda eterna pela preciosa bolota! Como disse a certa altura do filme, um espectador sentado perto de mim, quando se preparava para mais uma cena do dito esquilo, exclamou "Ora aí está o verdadeiro"! Não posso deixar de concordar. O esquilo é o verdadeiro!
Numa altura em que este género de filmes de animação está vulgarizado, Ice Age 2 pode não acrescentar muito ao panorama geral, nem ao 1º filme, mas não deixa de ser um filme de animação bastante razoável. A história é aceitável, e se não é o melhor aspecto de Ice Age 2, talvez as inúmeras cenas cómicas e situações diversas, compensem esse facto. No entanto, não esqueçamos que Ice Age, o primeiro, foi um percursor na sua categoria, e ainda continua ser dos melhores filmes de animação e um dos meus preferidos.
Técnicamente, há que destacar a qualidade de efeitos como o da água, um elemento difícil de animar, e tão importante neste filme, já que a água aparece em tudo quanto é sitio. O pêlo dos animais está também excelente. Em Manny,parece quase real, como num pelucia, que até apetece agarrar.
Olhando para o actual cartaz das salas de cinema, Ice Age 2, é de facto uma óptima escolha, sobretudo se for para relaxar e dar algumas gargalhadas.




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sábado, abril 01, 2006

Munich

Categoria: Cinema, Filmes


MUNICH (2006) Classificação: 8/10
Munique
Site Oficial
IMDb

Munich é o mais recente filme de Steven Spielberg, com várias nomeções para os Oscares deste ano. De título sugestivo, o filme trata dos acontecimentos passados nos Jogos Olípicos de Munique de 1972, quando um grupo de terroristas sequestrou e assassinou 11 atletas israelitas, e da vingança operada pela secreta de Israel, uma série de assassínios Munich. Esteve parado durante algum tempo para que Spielberg pudesse produzir a inadiável Guerra dos Mundos (devido à ocupada agenda de Tom Cruise), e por fim chegou às salas de cinema como o filme mais contorverso do realizador. Na minha modesta opinião, não consegui achar grande motivo para essa controvérsia. Acho que o problema é que tudo que toca no assunto Médio Oriente, querendo eu dizer, o conflito Israelo-Palestino, gera sempre polémica.
Quanto ao filme propriamente dito, é digno de se ver. É Spielberg em todo o filme. É intenso, um pouco perturbador. Esqueçam os mundos de espionagem de 007 e afins. Um mundo desconheciado, visto de uma maneira humana, visto de um ponto de vista das personagens.
No entanto, de tão real que quis ser, Munich acaba por descambar. No início gostei da ideia, no entanto, à medida que o filme decorria, estranhei a forma como as situações dependiam tanto dos mandatários das missões. Um grupo de homens abandonados à sua missão. E tratando-se dos mais eficientes serviços secretos do mundo: a Mossad. Talvez a justificação venha do facto em conta do filme basear-se num livro, num romance baseado em factos reais, mas não um livro documental.
Não endo uma verdadeira obra prima, e contendo uma componente pouco realista que fazem o espectador mais atento duvidar, é um filme a não perder.




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sábado, fevereiro 25, 2006

Fantas 2006

Categoria: Cinema


Começou ontem um dos mais conhecidos e prestigiados festivais de cinema em Portugal, o Fantasporto - Festival Internacional de Cinema do Porto. Pela 1ª vez, um filme português esteve na abertura oficial deste festival que vai já na sua 26ª edição. Coisa Ruim, realizado pela dupla Tiago Guedes e Frederico Serra, a equipa vencedora de "Alta Fidelidade", e com argumento de Rodrigo Guedes de Carvalho, foi o escolhido. "Uma família lisboeta recebe como herança uma mansão, numa pequena aldeia do interior serrano. Com a casa, diz o povo, vem também uma maldição antiga..." É assim Coisa Ruim, que para além de inaugurar o Fantas, teve a sua absoluta ante-estreia mundial (este sim um filme português a não perder!) O filme tem a sua estreia comercial já na próximo dia 2 de Março.
Para mim ( e certamente para muitas outras pessoas), a data escolhida este ano para o Fantasporto, coincidindo com o Carnaval, talvez não tenha sido melhor. Mesmo assim, o festival durará até 5 de Março, dia em que se divulgará os vencedores. Durante estes dias (já passados os filmes que desde dia 20 têm estado nas salas do Fantas) o leque de opções é vasto, desde o cinema oriental aos blockbusters, curtas, longas-metragens, bons filmes, mau filmes, tudo do cinema de terror.
Para além dos habituais auditórios do Rivoli e dos Cinemas AMC, este ano o Fantas expande-se até dois novos espaços: o Cinema Passos Manuel e o auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garret.
Com grande curiosidade minha, ficam aqui mais 3 filmes, 3 sugestões:

Simpathy For Lady Vengeance, de Chan-wook Park, que depois de Oldboy completa a triologia do realizador sobre violência e vingança. (27 de Fevereiro)
Three... Extremes, de Takashi Miike, Chan-wook Park e Fruit Chan, nada mais que três mestres dos filmes de terror oriental (respectivamente japonês, coreano e chinês). Um filme que conta três histórias diferentes, onde o espectador mais incauto se pode inpressionar facilmente. (27 de Fevereiro)
Hostel, de Eli Roth, e com Quentin Tarantino como produtor, conta a história de Paxton e Josh que andam em viagem pela Europa e vão ser atraídos para uma estalagem numa remota aldeia eslovaca cheia de mulheres deslumbrantes. Segundo se diz, um autêntico banho de sangue. (3 de Março)

Podem vêr aqui a programação completa.

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quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Grammy Awards 06

Categorias: Música, Notícias

Ontem realizou-se a 48ª edição dos prémios Grammy. O grande vencedor da edição deste ano, foram os U2, ao arrebatarem os prémios nas categorias de melhor álbum ("How to dismantle na atomic bomb"), melhor canção ("Sometimes you can't make it on your own"), melhor interpretação em duo ou grupo de rock ("Sometimes you can' t make it on your own"), melhor canção rock ("City of blinding lights") e melhor álbum de rock ("How to dismantle na atomic bomb"). John Legend foi considerado a revelação do ano, e Kelly Clarkson a melhor intérprete feminina de música pop, destornando Mariah Carey.
Podem ver a lista completa dos vencedores aqui.

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