Twisted City Lights

sábado, junho 30, 2007

SBSR -3

Categoria: Música, Pessoal

Faltam 3 dias para o Superbock Super Rock!

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sábado, junho 09, 2007

Il época de exames

Categoria: Pessoal, TCL



Estou a iniciar uma nova época de exames, pelo que se torna complicado de actualizar o TCL. Espero que passe rápido (oh, como eu espero!).
Desejem-me boa sorte!


PS: Não, não costumo utilizar técnicas alternativas de adquirição de conhecimentos, vulgo "cabulas", "copianços". Muito menos a que se refere a imagem. Não fico bem com tal decote! Até porque acho a técnica proposta destinada ao falhanço, principalmente numa faculdade de engenharia. Tal decote só iria chamar a atenção de todos, incluindo os professores (salvo excepções como elementos do sexo feminino e outros), o que iria certamente levar à descoberta de outros dotes dentro do decote.

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domingo, março 25, 2007

O fim da Floresta Celta

Categoria: Pessoal, TCL

Hoje é um dia "bom" para o TCL. Este blog que tem agora pouco mais de 1 ano, surgiu na sequência de um outro blog de nome Floresta Celta (FC), como um projecto paralelo e de dissociação de assuntos. O meu interesse na blogoesfera já vinha, portanto, de há muito tempo, quando criei esse mesmo blog a 12 de Dezembro de 2003. Com o meu crescente interesse no TCL, e falta de posts no FC, cheguei à conclusão que não valia mais a pena manter aquele que até agora tinha vindo a ser o meu blog principal. Fica aqui assinalada, quer tenha interesse ou não, o final do Floresta Celta.

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sábado, março 03, 2007

Perspectivas

Categoria: Música, Notícias, Pessoal


Está confirmado: Arcade Fire em Portugal este ano! Dia 3 de Julho no Super Bock Super Rock! Não tenho aqui e agora o meu calendário de exames, mas cheira-me que vai ser complicado. Dê lá por onde der, eu TENHO que ir!
Para o SBSR estão também confirmados os Klaxons, para o dia 28 Julho [errata: 3 Julho]. Não me importava nada de vê-los também, mas infelizmente actuam em dias diferentes. Nesse dia também irão actuar os Metallica.
O festival decorre nos dias 28 Junho, 3, 4 e 5 de Julho (estranho calendário). Os bilhetes já estão à venda e custam entre 40 euros (bilhete diário) e 78 euros (passe 4 dias com direito a campismo).

Também já agendado está o Festival Creamfields (site Creamfields-Lisboa) que se realiza pela primeira vez em Portugal, no ida 19 de Maio, no Parque da Bela Vista . Este festival surgiu em Liverpool em 1998 com uma tendência para musica electrónica, reunindo Dj's conhecidos e emergentes de todos os lados, conjungando com os espectáculos ao vivo. Ao longo dos anos tornou-se num marco da música associada a este gênero, estendendo-se a vários países como a Argentina, a Rússia ou a Irlanda, entre outros.
Para a primeira edição em território nacional estão já confirmados os Chemical Brothers, Prodigy, Who Made Who, Kaskade, Pollensi, Tiefschwarz, Stereo Addiction, DJ Diego Miranda, Jahcoustix, Tom Novy e DJ Sander Kleinenberg.
Aparte de festivais, bem definida na minha agenda está a data de 3 de Abril, quando os CSS actuarão na Casa da Música. Tenho de ir comprar o bilhete.

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segunda-feira, outubro 30, 2006

MUSE @Campo Pequeno

Categoria: Música, Concertos, Pessoal




A excursão para Muse demorou. (lêr “muse” como se fosse português, que alguém pensava ser uma localidade qualquer – clicar aqui para ler a historia). Já tínhamos chegado tarde a Lisboa. Parámos mais do que uma vez pelo caminho e a entrada em Lisboa foi lenta (devido à hora de ponta e ao facto da camioneta ter de percorrer toda a Av. Da Republica e ir até ao Marquês para dar a volta para trás para chegar ao Campo Pequeno!).
Não fosse um golpe do destino e, mesmo com um jantar à pressa, não teríamos arranjado tão bons lugares: mesmo na 1ª fila das bancadas! (Obrigado pelos lugares reservados!;) O que compensou o facto de não ter arranjado bilhete para a plateia, em primeiro lugar.
Concluí até que só teria valido a pena esse bilhete se ficasse mesmo junto ao palco, porque de certeza que o meu lugar na bancada era muito melhor que qualquer um cá para trás na plateia, onde as pessoas se acotovelavam e tentavam vislumbrar o palco por entre pequenas (desafortunadas pessoas pequenas!).

Conversa fiada à parte, falarei agora do que interessa: o concerto!
Casa cheia. O recinto da praça de touros do Campo Pequeno, é curiosamente...pequeno! Mas, suficientemente grande para permitir um certo número razoável de pessoas (a lotação estava esgotada), sem no entanto comprometer o ambiente extremamente acolhedor e permitir um meio de grande intimidade entre o espectáculo e o espectador.
A abrir o espectáculo estiveram os Poet In Process, grupo espanho. Apesar de redundância entre músicas, revelou-se uma boa banda de abertura para ir animando os ouvidos dos espectadores, ir aquecendo o corpo com um leve bater dos pés, e criando uma crescente expectativa.
A actuação não passou dos 30 minutos. Mais longa e tortuosa foi a espera seguinte, a da montagem e preparação do espectáculo de que toda a gente estava à espera.
Por entre o show dos homens das luzes a subirem por uma corda – quais alpinistas! – até aos projectores suspensos, e a onda que percorria ciclicamente todo o espaço do Campo Pequeno, provocando um incrível efeito naquele aconchegado espaço, o tempo lá foi passando e chegou o momento da abertura...
“Take a Bow” foi o 1º tema. Em conversas anteriores uma amiga minha tinha apostado na “Starlight”, mas o tema escolhido tinha sido também falado. De facto, “Take a Bow” parece perfeitamente ser adequado para a abertura de um álbum como para um concerto.
E assim estava lançado o mote para um grande concerto. O ambiente estava quente e vibrante. O grande numero de fãs que ali estavam fez com que quase nenhuma música não fosse acompanhada.
As músicas do mais recente álbum Black Holes and Revelations, como “Map of the Problematique”, “City of Delusion” ou “Supermassive Back Hole” (também conhecida e cantada em versão portuguesa por certas pessoas como “Supermassivo buraco negro, lol), provaram resultar em palco. Estas músicas eram intercaladas com os grandes êxitos dos álbuns anteriores. Foi magnífico ouvir “Butterflies and “Hurricanes”, “Bliss” ou talvez a minha grande favorita “Plub In Baby”.
A “Starlight” constituiu também um dos melhores momentos: o palco cheio de ecrãs luminosos que durante todo o concerto acompanharam as musicas, transformaram-se num espaço sideral repleto de estrelas cintilantes. Sem palavras! (vêr o video no final do post, ou clicando aqui).
E assim, os Muse provaram porque são a minha banda preferida. Um rock muito particular, com recentes sons electrónicos, sem nunca deixar uma certa componente clássica (o piano há-de sempre aparecer numa música ou outra), enquadrados numa espécie de ambiente futurista e épico. Uma mistura de ansiedade, paixão e melancolia. Estas componentes fazem com que Muse seja apenas e só Muse.
Na última música, “Knights of Cydonia,” toda a gente acompanhou com a letra que passava nos ecrãs atrás. “You and I must fight for our rights / You and I must fight to survive”... E quando isto acabou, foi difícil descer à terra!...

Set list do concerto:

Take a Bow
Hysteria
Map of the Problematique
Butterflies and Hurricanes
New Born
City of Delusion
Plug in Baby
Forced in
Bliss
Apocalypse Please
Hoodoo
Invincible
Supermassive Back Hole
Starlight
Time is Running Out
Stockholm Syndrome
*encore*
Citizen Erased
Muscle Museum
Knights of Cydonia


Starlight live at Campo Pequeno
(gravado e postado no youtube por manuelcb):

P.S.: "Bellamy marry me! Bellamy marry me!..." :D

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sexta-feira, agosto 11, 2006

Sudoeste SW06 - Dia 6

Categoria: Música, Festivais, Sudoeste, Pessoal

Último dia. Já com o cansaço a acusar e um cartaz que nem por isso parecia prometer (o que não se revelou verdade), fui cedo para o recinto em tom de relaxamento. Ouvi um pouco de Revistados ao longe, passei pelo palco do reggae, aproveitei para dar uma volta na roda gigante e vagueei pelo recinto.

Mas cedo me apercebi de concertos a ver, nomeadamente no Palco Planeta Sudoeste (também conhecido como “a tenda”, visto se tratar de uma grande tenda). José Gonzaléz foi um o primeiro. Incrível músico, com um dom divinal com as cordas da guitarra e uma excelente voz, José faz uma espécie de música celestial. Impressionante ve-lo actuar ao vivo. O concerto não durou muito, o que era compreensível para quem ainda teria outro concerto mais tarde com os Zero 7. Obviamente, “Heartbeats” não faltou e a agradável surpresa foi um cover de “Teardrop” dos Massive Attack.

Logo de seguida, foi a vez de Final Fantasy (Owen Pallet, o violinista dos Arcade Fire). Não vi o concerto do início, mas do que vi tiro uma cnclusão: Owen Pallet é doido! T-shirt amarela, calças de ganga e uma fita vermelha na cabeça. Armado apenas de um violino (o qual chegou a tocar ao mesmo tempo que fumava) e da sua própria voz, Final Fantasy foi mais um “one man band” depois de Gonzaléz, e a quem se seguiria um terceiro, Paulo Furtado ou The Legendary Tiger Man. Owen Pallet é de facto um grande violinista e as suas músicas são mágicas mas inquietantes. Mais uma actuação surpreendente.

Depois de uma pausa, fui ver o concerto dos Zero 7 no palco principal. Admito, estava errado! Zero 7 são realmente interessantes. Não conhece-los minimamente bem não serve de desculpa, antes a culpa é de nunca me ter interessado por eles. De facto, depois do concerto fiquei bastante fã da banda. Com uns instrumentais magníficos, uma Sia Furler (a vocalista) completamente eufórica (e bêbada?) sempre aos saltinhos (mesmo nos instrumentais quando estava no canto), e o grande José Gonzaléz para completar, Zero 7 surpreenderam-me.

Esta noite não estava para ficar por aí com as surpresas. Apesar de eu já ter predito (escrevi nest post que Morning Wood seriam “Uma incógnita que poderá se revelar uma boa surpresa"), Morning Wood foram quase arrebatadores. O público, desinteressado, afastou-se e ficaram poucos, mas que regressaram ao longo do concerto. A vocalista, Chantal Claret, essa sim é uma doida por completo, Sempre cheia de energia e garra, Chantal esteve smpre com o público, num dos concertos mais interactivos que vi no festival. Tentado falar português, pedindo às pessoas traduções ou até para dizerem o palavrão que mais gostam ou que mais usam. No entanto, o melhor foi durante a música “Take Off Your Clothes” em que Chantal levou ao palco dois espectadores para os despir parcialmente e simular actos sexuais! A rapariga aceitou até certo ponto, mas visto que não queria tirar a camisola a vocalista teve de a mandar embora e recrutar outra rapariga mais atrevida. Um show de energia e animação, sem deixar de se tocar bons temas bem interpretados. “9th Degree” o single mais conhecido não passou ao lado.

A finalizar, os bons e velhos Xutos&Pontapés. Para uma 10 edição, e à falta de um cartaz forte, nada melhor que uma conhecida banda portuguesa que toda a gente gosta para finalizar. Os mesmo temas de sempre que (quase) não nos cansamos de ouvir fizeram o que foi uma espécie de parabéns a você.

Rui Vargas a fechar a noite foi… uma seca. Só para quem gosta ou quando se está bastante bêbado (ou se está numa discoteca o que não era o caso).


Final Fantasy


Zero 7


Zero 7


Zero 7


Morning Wood


Morning Wood


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Sudoeste SW06 - Dia 5

Categoria: Música, Festivais, Sudoeste, Pessoal

Neste dia o que interessava mesmo era apenas Daft Punk, o grande cabeça-de-cartaz do festival. E foi de facto o único concerto completo que vi neste dia, apesar de ter ficado com pena de não ter visto Who Made Who, que segundo um dos nossos vizinhos disse que foi muito bom.

Quanto ao concerto de Daft Punk não foi um best of ou uma compilação dos temas mais conhecidos. Pelo contrário, muitos foram as músicas que não passaram, e mesmo a “One More Time” apenas durou uns escassos minutos, o que impediu que a euforia trazida por este tema durasse mais tempo. Por outro lado, manteve-se um concerto coerente e bem encarreirado. Sem dúvida o aspecto visual esteve cinco estrelas. O jogo de luzes e todo o cenário foi um verdadeiro espectáculo! Claro que não faltou “Technologic” ou “Around The World”, que fez o público ecaltar. Foi um grande concerto dado pelos dois “robots” de França.

Daft Punk


Daft Punk

Daft Punk - público


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Sudoeste SW06 - Dia 4

Categorias: Música, Festivais, Sudoeste, Pessoal

Em termos globais de cartaz, sem dúvida o melhor dia! Adivinhava-se um dia com muito para ouvir, ou que implicava um difícil contorcionismo para assistir a todos os espectáculos que se queria. Com três palcos em simultâneo é difícil conseguir conjugar tudo, isto para além das necessidades de uma pessoa ter que comer, beber e descansar.

Além disso, os concertos não começam propriamente tarde. Uma pessoa está a chegar da praia e já ouve grande rebuliço dentro do recinto. Foi o que aconteceu neste dia. Ainda estava eu a sair dos chuveiros, quando comecei a ouvir os primeiros acordes de David Fonseca. Foi um alvoroço para nos preparar e foi a correr que fomos para o recinto. Claro está, a Raquel na liderança (tendo sido ela a primeira a chegar) não fosse ela uma das maiores fã de David Fonseca que conheço. Eu lá cheguei a meu tempo, depois de ter comprado um Big Mac (sim, tal com ano passado havia MacDonalds no recinto) para tentar compensar o meu estômago praticamente vazio. Foi assim que cheguei mais ou menos a meio do concerto de David Fonseca. E que concerto! Certamente merecia uma colocação no alinhamento dos concertos bem melhor, pois cada vez mais e mais pessoas iam chegando, provavelmente condicionadas com o mesmo problema que eu. O ambiente estava quente e intimista, hora do pôr-do-sol, excelente atmosfera.

Do concerto não faltaram músicas dos Silence 4 e do último álbum. Infelizmente, não tocou a “Swim” (pelo menos que eu ouvisse), música que eu escolheria se o concerto fosse um discos pedidos. Para compensar, o público teve direito a uma versão de “Heya” dos Outkast. Brilhante! Para o fim ficou “The 80’s”, com um David Fonseca vestido a rigor com um fato branco. Foi um notável concerto para começar bem o 2º dia de concertos.

Terminado este concerto fui assistir ao início de Nouvelle Vague. Apenas ouvi algumas músicas, pois, entretanto, Goldfrapp iria começar e há que fazer escolhas. De qualquer maneira achei que o som não estava bom por aí além. Talvez o género de música e sonoridades dos Nouvelle Vague precisassem de um ambiente mais fechado e mais intimista. Apesar disso, pareceu-me que o grupo estava a conectar-se bastante com o público e a proporcionar um bom espectáculo. Valeu pela oportunidade de ouvir músicas como “Ever Fallen In Love” ou “Human Fly”. Foi com a segunda que abandonei o palco Planeta Sudoeste para me entregar a Goldfrapp.

“Supernature”, o último álbum de Goldfrapp foi dominante. O concerto não desiludiu ninguém. Foi a confirmação de uma grande banda. Alison esteve sempre bem com a sua excelente voz, e com os seus cabelos esvoaçantes (apesar de não estar assim tanto vento. Isso tudo, completado pela presença de bailarinas dava aos Goldfrapp uma grande presença de palco. Viemos a saber mais tarde que os nossos vizinhos de tendas estiveram com essas measmas bailarinas dos Goldfrapp numa praia perto!

Para além de temas como “Oh La La” ou “Ride A White Horse” que fizeram as delícias de apreciadores de Goldfrapp, ainda houve espaço para alguns temas mais antigos como “Train”e “Strict Machine”. Mais um bom concerto.

De novo sacrificando um concerto (desta feita dos Toranja), fiquei para ver Prodigy, outro dos nomes mais aguardados. Como seria de esperar, o concerto não trouxe nada de novo que não o revivalismo dos êxitos dos anos 90. Ninguém também pedia mais. “Breath”, “Fire Starter” ou “Smack Ma Bitch” foram suficientes para animar a multidão e proporcionar um intenso concerto.

Para terminar a noite, finalizar com X-Wife que dispensa apreciações. Foi a 4ª vez que os vi ao vivo. O que tenho a dizer é apenas que X-Wife são actualmente uma das melhores bandas portuguesas.


David Fonseca


Goldfrapp


Goldfrapp - bailarina


Prodigy


Prodigy - público

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Sudoeste SW06 - Dia 3

Categorias: Música, Festivais, Sudoeste, Pessoal

Primeiro dia do Sudoeste. O meu amigo Zemi fez questão de assistir ao concerto dos Gaiteiros de Lisboa que abriram o festival. Segundo ele, um dos melhores espectáculos e sendo assim até fiquei com pena de não ter visto. Mas acabava de chegar da praia, e havia que tomar um necessário banho e proceder ao reabastecimento do estômago. Portanto, também Pedro Tochas ficou por ver.

O primeiro concerto que vi foi Brazilian Girls. Eu tinha ouvido o álbum por alto, mas durante actuação apenas reconheci “Pussy”, que foi o único momento a recordar do concerto, a não ser a estranha máscara que a vocalista trazia, e que despiu parcialmente, apenas ficando com a parte superior.

Das restantes actuações do palco principal pouco ou nada vi, pois fui directo para o Palco Planeta Sudoeste, para ainda ver um pouco de The Kooks, que me fez sentir culpado por não ter assistido desde do início. As guitarras acústicas num brit rock melódico, encarnado pró personagens de cabelo farfalhudo convenceram.

De seguida, Seu Jorge foi para mim o melhor do dia (que digo sem papas na língua, foi um dia fraco). Não haveria melhor que ritmos brasileiros para animar a noite, usados como particularmente Seu Jorge sabe usar. O clássico e “hino brasileiro”?!? “Mas que nada” pôs toda a gente a dançar, assim como o hit?!?!? “Te Queria”. Repetidamente todos cantavam “só, só, só…” e “ pé, pé, pé…”.

Enquanto DJ Marlboro animava no Palco TMN, eu ainda estive a dançar ao som de Africa Bambaataa (na altura nem sequer sabia o que estava a ouvir) que acabou por ser mais interessante que qualquer outro DJ que passou por esta edição do sudoeste para prolongar a animação noite fora.


Entrada no recinto


Brazilian Girls


The Kooks


Seu Jorge

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